[ O Viajante da Tempestade ]

A humilde casa fica às margens da floresta do rei. No amplo espaço sem árvores tem diversas lavouras e um pasto com alguns animais entre vacas, ovelhas e cavalos. Há uns vinte metros da casa, uma pocilga, com alguns porcos e um velho galinheiro.
Alef vivia ali. Nascera ali. O mais velho de três irmãos, labutava praticamente sozinho na pequena fazenda por causa da enfermidade que acometia seu pai Jonah, que após sofrer um acidente cortando árvores na orla da floresta, ficou paraplégico. Num dia quente de verão, enquanto trabalhava como lenhador, cortando madeira para a construção de um novo curral, inexplicavelmente, um raio o atingira, deixando-o inconsciente e à beira da morte. Maurren, sua esposa ficou inconsolável ao seu lado na cama, enquanto Jonah se recuperava.
Alef tinha dez anos quando isso aconteceu, e seus irmãos Marcus e Louise tinham seis e dois anos respectivamente. Como homem da família, passou a trabalhar todos os dias para sustentar a sua. À medida que seus irmãos cresciam, iam ajudando na lida diária, e Alef se tornava mais audacioso em penetrar na floresta em busca da caça difícil. Seu pai demorou a melhorar, e quando melhorou o quanto podia, não podia porém, andar. Longe de se lamentar e deprimir, Jonah começou a trabalhar com as mãos, se especializando em fabricar arcos, ofício que conhecia desde criança, mas nunca desempenhara com muito afinco. Com determinação passou a produzir bons arcos com o material que Alef recolhia da floresta, como boa madeira e ossos e chifres de suas presas.
Enquanto Jonah fazia arcos, Maurren os vendia no mercado de Suzail, capital do reino de Comyr. A despeito desse caminho que o pai seguira, Alef e os irmãos faziam a fazenda produzir quase sem prosperar. Mas as armas que chamavam a atenção do rapaz não eram os arcos do pai. Eram as espadas de seu bisavô. Duas cimitarras feitas por um armeiro anão Pertencera a Alran Oakstorm, um sagaz aventureiro, que lutava habilidosamente com elas quando serviu no exercito do rei Auzon IV. Um dia o Ranger descumpriu as ordens expressas de atacar diretamente um destacamento de Zentharin e os emboscou de maneira que permitiu derrotar um destacamento de 300 soldados. O problema era que a companhia de Alran destacava apenas 30 soldados! Atacá-los diretamente era morte certa.
Ao salvar a vida de seus companheiros, e retornar ao seu comandante, fora destituído de seu posto, e condenado a cinqüenta chibatadas por desobediência às ordens superiores, e expulso do exército. Desonrado, desistira da vida de combatente. Ao tentar lutar por sua nação e seu rei, pisara nos calos de quem buscava somente glória, reconhecimento e riqueza. Caíra numa armadilha: ou era a morte certa, ou a desobediência para salvar seus soldados e a desonra por quebrar a hierarquia. Alran se casou pouco tempo depois e passou a viver na fazenda Oakstorm, onde seus descendentes vivem agora. Suas cimitarras passaram a descansar cruzadas na parede sobre a lareira, e o assunto virou tabu. Ninguém podia tocar nas armas depostas do velho Alran, o amargurado. Jonah tentara em sua juventude, mas apanhara muito de seu pai, olav, o filho de Alran que fervorosamente defendia as vontades de seu pai, falecido há muitos anos.
Desde então, Jonah não ligou mais para essas armas, e pouco caso fazia quando Alef as usava para “treinar” como dizia ele, mas era um trabalho porco como esgrimista. Melhor uso fazia delas para caçar, quando aí sim, era um perfeito predador. Assim, rudemente, o garoto dava uso às antigas armas, enquanto tentava aprender a lutar com elas.
Um dia, Maurren levara Marcus para a feira anual do feriado de Meio-do-Verão que nesse ano também coincidia com o Encontro dos Escudos, em Suzail. Esperava vender os vinte arcos que levava. Alef já tinha dezessete anos, melhorava a cada dia com a prática da esgrima, enquanto Marcus com treze já era capaz de acompanhar a mãe nessa viagem longa. Aguardando a volta deles, Alef ia todos os dias até a colina que dava para a estrada, e ficava durante todo o crepúsculo treinando com as espadas enquanto vislumbrava a paisagem.
Aconteceu então de um dia antes de sair para a colina, Alef e Louise viram longe, na estrada, o rastro de poeira de dois cavalos seguidos por mais seis. Mais rápido que pôde, correu até a lareira e retirou as laminas gêmeas do console. Apressou-se em alcançar a pequena colina próxima ao primeiro braço da floresta, onde a estrada fazia uma curva para se desviar da perigosa mata espessa, local onde poderia emboscar os perseguidores de Maurren e Marcus.
Assim que chegou, mal pôde recuperar o fôlego. Maurren e Marcus passaram assustadíssimos em seus cavalos. Sacando as cimitarras, atacou as pernas do cavalo que ia à frente. Quando este caiu, mais quatro se embolaram e caíram, espalhando seus cavaleiros pelo pasto. O primeiro cavaleiro morreu e o último conseguiu desviar para o lado. Machucado pela estratégia mal elaborada, Alef tentou atacar o rufião mais próximo e tropeçou, afoito e excitado pela batalha que começara. O último cavaleiro se lançara contra ele enquanto os outros, zonzos, tentavam se levantar. Vendo seu fim se aproximar enquanto estava no chão, Alef não acreditou quando milagrosamente uma flecha atravessou o pescoço de seu provável algoz e o cavalo desviou da rota mortal. Mais quatro flechas voaram da copa das árvores e acertaram mortalmente os rufiões artodoados.
Assustado, ainda no chão, tentando não se mexer, uma flecha se cravou em cada braço da camisa que usava, deixando-o paralisado e preso ao chão. Então com uma velocidade surpreendente, viu uma elfa pela primeira vez, saltando das arvores e correndo em sua direção com o arco armado. Parando a menos de três metros de Alef disse:
- Essas espadas me salvaram a vida mais de uma vez. Onde as encontrou? ONDE ENCONTROU AS ESPADAS DE ALRAN OAKSTORM?
- Essas espadas são minhas de direito, não sou nenhum ladrão senhora. Eu sou Alef Oakstorm, bisneto de Alran Oakstorm. Então com uma força assombrosa, de anos de trabalho pesado na fazenda, Alef se desprende e levanta, rasgando a camisa e pondo se em guarda da melhor maneira possível.
Ao atacar, a elfa desvia de lado.
- Se quer mesmo fazer isso... disse ela. Então, guarda o arco na aljava e saca a espada longa e a espada curta que trazia na cintura numa velocidade estonteante.
- Em guarda! Grita Alef.
- Se quer mesmo derrotar seus oponentes, não fale nunca uma asneira dessas. Então com uma agilidade assutadora, a elfa girou numa cambalhota precisa ao lado direito de Alef e o chutou na parte interna dos joelhos. Enquanto o jovem caia, a combatente se punha de pé com um salto, desarmava e apontava a espada longa no pescoço do rapaz.
- Gostou do truque? Seu bisavô quem me ensinou. Olhando bem, você tem os mesmos olhos que ele. A maneira de erguer o queixo também. Orgulhoso e forte. Vamos, levante-se. Você bem que poderia me contar o que aconteceu. E talvez me oferecer algo para comer e beber. Tenho muito que lhe perguntar. Dizendo isso, guardou as espadas nas respectivas bainhas e estendeu a mão pra o fazendeiro caído.
Alef meio abobado olhou para a elfa. Se quisesse, ela poderia tê-lo matado ali mesmo. Estava à mercê da visitante inesperada. Então ele pede notícias do que estava acontecendo e abrigo. Seria justo, já que teve a vida poupada e a dama parecia ser gentil.
- Há mais de cem anos meu bisavô foi expulso do exército de Comyr e desistiu da vida de aventureiro. É tudo que sei.
- Seus pais são vivos?
- Sim.
- Então temo que terei de falar com eles para saber notícias. Atrasadas, mas notícias de qualquer forma. Os humanos são tão efêmeros... num breve espaço de tempo nos arrebatam com sua personalidade forte e cativante, no outro, deixa de existir como as folhas de outono... o vento e o tempo são inexoráveis. Nostálgica, a elfa começa a caminhar ao lado de Alef, que começa a deixá-la a par da situação de sua família. Os cabelos prateados dela esvoaçavam ao vento do crepúsculo, enquanto a capa acompanhava o ondular dos mesmos.
X – X – X – X – X – X

Liannen era o nome da elfa. Na juventude, quando iniciou sua carreira como Ranger Aventureira, estava no mesmo grupo que Alran. Se sentiu atraída pelo seu vigor e entusiasmo. Os humanos despertam essas paixões nos elfos, enquanto estes atraem aqueles pela sua graça e beleza selvagem e misteriosa. Não chegaram a ser amantes, mas foram grandes amigos. Por ser um Ranger experiente à época, Alran ensinou muitas coisas à Liennen. Enquanto o humano lutava preferencialmente nas linhas de frente, a elfa era uma arqueira habilidosa furtiva, mas sacava suas espadas quando era necessário. Alran ensinou muitas técnicas de combate corpo-a-corpo para sua aprendiz.
- Por que Alran não quis corresponder ao ser amor Liannen? Perguntara Alef, limpando o suor após um dia de treinos intensos.
Acontece que, depois de chegarem à sede da fazenda, encontraram todos em segurança. Alef aprensentou a Ranger e contou da sua providencial intervenção e do motivo de ela o estar acompanhando. Liannen ouviu toda a história e contou a sua. Aceitou o convite de se hospedar na fazenda Oakstorn para descansar de sua jornada. A família lhe era muito grata por salva-los dos ladrões a cavalo. Passou a ajudar nas tarefas de todos, principalmente Jonah, presenteando ele com um kit de artesão de primeira qualidade, ensinando-lhe as técnicas élficas de manufatura de arcos. Jonah se mostrou um aprendiz grato e entusiasmado, dominando rapidamente a nova maneira de exercer seu ofício. Mas, envergonhado ao receber o presente, não quis aceitar tamanha dádiva.
- Jonah, seu avô me salvou a vida inúmeras vezes, além de me ensinar muito do que eu sei. Não é justo eu retribuir ensinando também seus descendentes? E as ferramentas você pode considerar como pagamento pela hospedagem, e não, elas não vão me fazer falta.
Com esse argumento Jonah ficou mais envergonhando ainda, mas aceitou que assim fosse. Com o passar dos dias, Liannen resolveu fazer de Alef um Ranger. O garoto tinha a fibra para a carreira, além do mais, já a trilhava de maneira autodidata, cometendo muitos erros pelo caminho. Sentia ser sua responsabilidade educá-lo e treiná-lo de maneira apropriada. Então na mesma noite fez a proposta enquanto jantavam. Maurren relutou que seu filho deixasse o lar em busca de uma vida de privações e batalhas, mas reconheceu que era seu direito manter o legado de seu bisavô, e herdeiro de direito das cimitarras já que era o primogênito, então era melhor dar um uso apropriado para elas. Jonah aceitou, visto que Alef já estava na idade de sair de casa, seja para casar, seja para se aventurar pelo mundo. Além do que, a fazenda podia ser administrada agora por Marcus, que o ajudaria recolhendo o material para a manufatura dos arcos. Os vinte arcos que ele e a mãe levaram à capital venderam rápidamente, graças à fama de seu trabalho que há anos era o preferido pelos soldados de Comyr.
- Com os arcos vendendo bem assim, e com essa nova qualidade que eles adquiriram, acho que em breve vamos passar a viver com mais conforto graças a esse trabalho.
Assim, por dois anos e meio, Alef treinou na fazenda, e fazia incursões na floresta do rei para aprender sobre a natureza e explorar as ruínas e catacumbas que existiam nela. Nas aulas de esgrima, Liannen fora enfática:
- Você nunca lutará como eu ou seu bisavô. Você não é tão ágil como nós. Mas é forte. Podemos desenvolver sua agilidade e destreza até certo ponto, você vai melhorar bastante, mas vamos nos focar em causar bastante estrago usando sua força prodigiosa.
Não é modo clássico de lutar, baseado em força ao invés de destreza. Mas já estava na hora experimentar uma mudança nessas técnicas.
Em seguida, Liannen e Alef providenciaram couro e o curtiram para com ele fazer uma armadura e uma mochila de viagem para o aprendiz. Entretidos nesse trabalho, enquanto auxiliava sua exigente e habilidosa mestra, Alef fez aquela pergunta.
- Não era amor, meu jovem Padawan. Alran já amava sua bisavó quando nos conhecemos. Era paixão, entusiasmo, e sei que ele sentiu o mesmo por mim, mas sempre se manteve fiel a ela diante das minhas investidas, até o dia que nossos caminhos seguiram rumos diferentes. E não duvido que permaneceu leal a ela até o dia que retornou à sua vila de origem e a pediu em casamento. Alran era leal e honrado como só um anão sabe ser. Na época eu não entendia como ele podia ser teimoso como uma mula empacada, mas hoje sei que fosse Ranger ou Ladrão, Alran seria assim. Tenho certeza que foi por lealdade aos seus comandados que desobeceu aquelas ordens. Ele era muito leal aos seus companheiros de grupo. Foi por isso que me senti atraída por ele.
Fez uma pausa quando olhou para o horizonte tingido de vermelho pelo crepúsculo. Com o olhar perdidos em devaneios voltou a falar com Alef:
- Quando acabarmos aqui quero que comece a juntar suas coisas e as prepare para a viagem. Partiremos quando a armadura ficar pronta. Teremos bons anos de treinamento e viagens pela frente. Passaremos pelos Picos da Tempestade em direção à Darkhold. Depois perambularemos pela região sempre se afastando mais da Floresta do Rei. Iremos para o Oeste, na direção geral, pouco retornando aqui. Em alguns anos eu tenho um encontro marcado em Amm com um velho amigo. Espero que seu treinamento esteja terminado até lá. Prepare-se para grandes aventuras!
Desnecessário dizer que eles chegaram lá e se separaram, para ambos seguirem seus respectivos rumos. Desnecessário também dizer que, durante suas jornadas, inevitavelmente se tornaram amantes. Humanos e Elfos se atraem, assim como carvalhos e tempestades também.
postado por Shadow às 1:49 AM
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[ Lições de esgrima, lições de vida ]

Como espadachim ambidestro, em um treino com as Lâminas Gêmeas, o Oniromante me ensinou uma valiosa lição:
“Estou desapontado com você, Shadow. Desapontado de verdade. Apesar de sermos únicos com nossas armas dividas em essência, você é diferente de mim: não possui a vontade e a determinação que faz o mundo girar e as coisas acontecerem. As suas espadas não refletem isso. As suas espadas refletem somente medo se você está esgrimindo na batalha diária que é a vida. Na esgrima você esquiva, ataca e protege. Porém, quando se esquiva você tem medo de ser ferido. Quando ataca tem medo de ferir. E mesmo quando protege uma pessoa, tem medo de deixá-la morrer. Sim: A sua espada só me diz que você teme.Esse não é o caminho.Na batalha o medo não é necessário. Nada de bom virá disso.Se esquivar, NÃO será ferido.Se proteger alguém, NÃO deixará essa pessoa morrer. E, se atacar, IRÁ ferir. Então, consegue ver? Ele ergue as suas armas - Esse é o reflexo agressivo das minhas Espadas Gêmeas: Elas vão te cortar.”
Suas palavras me tocaram, me feriram. Feriu, principalmente, o meu orgulho. Então era assim que eu estava me comportando em minha vida? Era assim que as coisas estavam desandando? Me acovardando, fugindo, temendo?Mas ele estava certo. Nada de bom vem do medo... Eu simplesmente precisava viver, voltar a lutar com força, paixão e objetivo! Fitando meu reflexo nas Cimitarras minha alma se cortou e sangrei por dentro. Uma dor necessária para aprender que a vida não espera ninguém se levantar depois de uma queda. Então compreendi o caminho mais uma vez, e o medo se foi.
“Não, não vão me cortar – respondi – não tenho mais medo. Se quer atacar esteja preparado, não irei me ferir, protegerei a mim mesmo e a quem mais for necessário proteger, e, eu vou te ferir.”
Então ergui as minhas armas.
“Garoto, esse é o espírito.”
E nessa hora as espadas rugiram, chamando umas às outras. Queriam se acertar. Queriam muito acertar umas às outras. A agressividade era quase insuportável. Duas lâminas gritando como uma, a mesma essência dividida em duas formas idênticas. Assim eram as minhas espadas e as do Oniromante. E atacamos. Depois do ataque, com as quatro lâminas se bloqueando mutuamente, Oneiros falou:
“Então você possui mesmo, aquela Vontade e a Determinação.”
“Sim mestre, elas só estiveram perdidas de mim por um tempo. Acabo de reencontrá-las.”
postado por Shadow às 6:35 PM
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[ A Comunicação Em Massa e o Acesso à Justiça Levada ao Oriente Médio ]
Muito se fala do acesso à justiça, e da dificuldade da população em alcançá-la. O pior ocorre quando a “justiça” teima em se fazer acessível e espalha essa necessidade aos quatro ventos. Os dois únicos casos envolvendo o eixo Leste-Oeste, e portanto, por falta de opção, os mais marcantes: a) se passa neste atual momento histórico, e, b) ocorreu há 1000 anos; ambos na mesma região geográfica – o Oriente Médio. Em ambas as épocas, os ocidentais tentaram leva a Justiça aos “bárbaros” que habitam o berço de nossa civilização judaico-cristã ocidental.
Quando da ocasião das Cruzadas, o Papa Urbano II Sucessor do Trono de Pedro, Representante da Vontade de Deus na Terra, A Santidade em Pessoa, Chefe Máximo da Autoridade Eclesiástica, através de um exaltado discurso, exortou em 27 de novembro de 1095, na cidade de Clermont na França, todos os cidadãos de bem da Europa (bons cristãos que o eram) a invadir e reconquistar a Terra Santa, levando a “justiça” aos infiéis que profanaram a cidade mais sagrada do cristianismo (bom, talvez a segunda mais sagrada... lembrem-se de Roma como capital do império ideológico cristão à época). A capacidade de comunicação do Grande Hierofante era, pois, um dom marcante, digno de nota.
O resultado da resposta ao chamada do Sumo Pontífice (ou patífice) foram 200 anos de guerra, massacres, e um atraso econômico/científico nos séculos seguintes às nações árabes direta ou indiretamente envolvidas no confronto. Atrasos esses atribuídos pelos próprios mulçumanos e, como tais, desejam vingança, e cometem surtos de ataques contra o Ocidente, como ocorreu no fatídico 11 de setembro de 2001. Ocorrência essa, a desculpa perfeita para uma nova onda de Acesso à Justiça aos pobres e atrasados econômico/cientificamente países mulçumanos do oriente médio! (ironia das ironias...). Através da era da comunicação em massa, a mídia dependendente e compromissada com os interesses do império estadunidense e as nações aliadas à causa bélica de impor a paz e a justiça à região, levou à TV, revistas e jornais apenas um lado do confronto, mostrando a crueza dos conflitos numa velocidade antes inimaginável para a mente comum do homem medieval. Comunicação é isso!
O que temos aqui é uma ameaça que foi aumentada muito além do que era, a fim de cumprir um plano de ambição e conquista econômica dos Estados Unidos. Primeiro, com a desculpa de darem abrigo ao mentor dos ataques, invadiram o Afeganistão, país Xiita, com tradições islâmicas profundamente arraigadas, para depois irem em direção ao Iraque - com a desculpa destes estarem fabricando armas de destruição em massa - país rico em um conjunto de jazidas minerais de petróleo. Aliás, uma verdade tem que ser aqui esclarecida a respeito do Iraque. Ele é um rico conjunto de jazidas minerais de petróleo com um país em cima. Além do que, é mais do que conhecida a necessidade dos estadunidenses por novas fontes de petróleo haja vista seu consumo desmedido.
A guerra empreendida pelo atual governo Bush tem como ideais apresentados à mídia a “democratização no Oriente médio” e a “justiça a um povo que há séculos são sujeitados à barbárie de seus governantes”. Ora pois, aos iraquianos já acostumados ao regime de Saddam, morte por tortura a mando do ditador era causa de morte natural pra eles. Afinal, ao seu modo eles se sentiam valorizados pelo soberano, sentiam que a coisa era mais pessoal. E a justiça? Claro que havia! Ao seu modo... e o sistema eleitoral era praticamente uma democracia no esquema de um homem, um voto. É claro que esse homem era Saddam e esse voto era o dele próprio – mas era algo que se encaixava perfeitamente ao modo de vista deles. Um modo de vista próprio dos mulçumanos, que tem sua visão tolhida pela cega fé em seus custumes, seu deus, seus ritos e na certeza de poder espancar suas esposas quando lhe derem na telha, tudo conforme instrui o Al Corão.
Portanto, Justiça era algo que eles não precisavam mesmo ter acesso. Não essa nossa Justiça Romanizada, Anglo-saxônica, e arraigada de nosso pensamento ocidental. Não respeitamos seu modo de vida, seus costumes, enfim sua cultura, tanto nas Cruzadas históricas quanto nessa contemporânea “cruzada contra o terror”.
A civilização islâmica é formidável, e seus mecanismos jurídicos são perfeitamente aplicáveis à sua sociedade. Seu livro sagrado dá as bases de sua visão de mundo. Não uma visão errada, apenas diferente, e isso, nós ocidentais não soubemos, e ainda continuamos sem saber, respeitar. Tanto há 1000 anos como hoje, os erros se repetem. Mas uma lição importante foi aprendida a duras penas com a figura do lendário Saladino, e que talvez já tenha sido esquecida: Os árabes são muito mais fortes quando unidos.
E eles tentam essa união de uma maneira equivocada no mesmo lugar onde a aprenderam: na Palestina. A causa do povo de Yasser Arafat atrai a atenção da comunidade internacional, principalmente dos mulçumanos espalhados pelo mundo e ao redor de Israel. A mídia expõe essa nação como o bandido e os palestinos como os trágicos mocinhos. A verdade é bem mais complexa que esta, e se hoje o processo de paz não é concretizado nessa penosa região que padece em conflitos, é por causa dos próprios palestinos, que desde muito cedo incute em suas crianças e jovens o ódio ao estado judeu, criando um ciclo de morte medo e violência. Exemplos são encontrados nos campos de refugiados, em suas comunidades, e principalmente nos territórios por eles ocupados.
A comunicação em massa, em vez de conciliar a retomada do processo de paz, incita o seu desfacelamento ao exibir apenas um lado do conflito, sem mostrar que os líderes da Autoridade Palestina sabotam o processo de paz, incita o terrorismo, e tentam à sua maneira, fazer justiça contra os invasores judeus. A Justiça DELES.
Esse é um problema a ser resolvido entre as partes envolvidas, sem nossa interferência, nem mesmo dos canais de comunicações pois os mesmos são influenciados pelo lobby de ONGs que defendem a causa palestina. Esse é o melhor acesso à justiça que podemos lhes oferecer: A sua própria.
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Referências bibliográficas
UNESCO. Unesco promove iniciativa pela paz no oriente médio. 27/01/2003. Disponível em <
http://www.unesco.org.br/noticias/revista_ant/noticias2003/oriente>. Acesso em 06/06/2005.
CALDAS, Regina, Haverá paz no Oriente médio? - 1. www.midiasemmascara.org, internet, 19/04/2005. A mídia sem máscara, Seção artigos. Disponível em <
http://www.amidiasemmascara.org/> acesso em 06/06/2005.
CALDAS, Regina, Haverá paz no Oriente médio? - 2. www.midiasemmascara.org, internet, 28/04/2005. A mídia sem máscara, Seção artigos. Disponível em
acesso em 06/06/2005.
CALDAS, Regina, Haverá paz no Oriente médio? - Final. www.midiasemmascara.org, internet, 02/06/2005. A mídia sem máscara, Seção artigos. Disponível em acesso em 06/06/2005.
BETH-SHALOM. Os Fatos Sobre Israel e o Conflito no Oriente Médio. Notícias de Israel, [S.l:s.n] abril de 2003. Disponível em:. Acesso em 06/06/2005.
CAVALCANTE, Rodrigo. Os 2 lados das Cruzadas. Super Interessante, São Paulo, n 213, p. 52-61, maio 2005.
postado por Shadow às 6:28 PM
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[ XLIII - COLUNA DO SARDINHA13/11/2.0007POR QUÊ NÃO TE CALAS?Para a arbitrariedade existe a lei e ponto final. ]
A democracia é velha conhecida da humanidade, tendo surgido na Grécia muitos anos antes de Cristo, como “governo do povo”, indicando que nela o povo seria ouvido, seja escolhendo seus representantes, seja manifestando suas idéias e opiniões.
Daqueles tempos a esta parte, a democracia, sem perder seu sentido, foi aprimorando-se, sendo hoje um sistema, dotado de regras estáveis e mais ou menos rígidar a esta parte, a democracia, sem perder seu sentido, foi aprimorando-se, sendo hoje um sistema, dotado de regras mais ou menos.
Por ser um sistema, a democracia não aceita adjetivos. Uma meia-democracia não passa de uma baita ditadura. Ou é, ou não é.
Assim, não basta o povo ter o direito de votar e ser votado apenas, para estarmos diante de um regime democrático; há que existirem regras claras, que devam ser respeitadas, anteriores ao exercício do voto. Como não basta também, ter direitos outros, que possam ser mudados ao sabor de conveniências dos governantes de plantão.
Exemplificando, saindo um pouco do futebol, cujas regras nem sempre são respeitadas, com o “tapetão” falando mais alto, vamos ficar com o baseball, jogo tão em voga na Venezuela, que é a bola da vez em crise institucional.
No baseball o campo, a bola, o número de jogadores, as bases, as regras e tudo o mais, são devidamente conhecidos dos times envolvidos, não se admitindo qualquer modificação nos direitos e deveres que estão postos previamente. A alteração unilateral, por uma das partes do estabelecido, acarretará uma onda de protestos, que poderá até cancelar o jogo.
Assim, ocorreu na prática, quando uma rede de televisão, a venezuelana RCTV, de oposição, funcionando de acordo com as leis vigentes, buscou a renovação de seu alvará de funcionamento e teve seu pedido arbitrariamente negado pelo governo Chavez, que simplesmente alegou que, o mesmo poder que autoriza o funcionamento de um estabelecimento qualquer, pode negar-se a renovar a autorização.
Num regime democrático o Judiciário prontamente recolocaria os bois adiante do carro, revogando pura e simplesmente o ato governamental. Para a arbitrariedade existe a lei e ponto final. Num regime dito democrático não se aceitam pequenos delitos, pois os grandes seguem-se aos pequenos, crescendo a ilegalidade como uma bola de neve.
Isto vale para todos os atos de autoridades e mais, principalmente, para os mandatos eletivos. O presidente eleito para determinado período, não pode, sob qualquer pretexto, mudar as regras do jogo, ampliando seu mandato e permitindo-lhe reeleger-se por quantas vezes quiser, como pretende Chavez. Isto, em bom vernáculo é golpe de Estado.
Mesmo que tente justificar-se, para dar cunho de legalidade ao injustificável, que um plebiscito, sempre coroado de acusações de fraude diga-se, será realizado para dar legitimidade à quebra da normalidade, nada mudará o que foi decidido quatro anos atrás, quando o povo compareceu ás urnas e dentro de regras conhecidas, elegeu um presidente, apenas para aquele tempo e mandato, sem reeleições e prorrogações.
Por conclusão, o que Coronel Chavez pretende na Venezuela com sua reforma constitucional é na prática e na teoria a quebra do sistema democrático, com a implantação de uma abominável ditadura.
Por esta razão, soa estranho o comportamento da ONU, União Européia, Japão inclusive e do Mercosul, Brasil à frente, que tem resoluções muito claras de repúdio às tentativas que coloquem em risco a ordem constitucional vigente em qualquer país do globo.
Será medo? Não acreditamos, pois como provou o rei dom Juan de Espanha, o homem é bravo, mas não é dois, ao brindá-lo com um sonoro e mundialmente ouvido: “porquê não te calas?”
Com a oposição dividida e a opinião internacional estranhamente calada, a Venezuela caminha silenciosa para um regime de exceção que promete ser no mínimo prepotente e arrogante.
Houve uma clara quebra das regras em vigor.Num regime democrático o Judiciário prontamente recolocaria os bois adiante do carro, revogando pura e simplesmente o ato governamental. Para a arbitrariedade existe a lei e ponto final. Num regime dito democrático não se aceitam pequenos delitos, pois os grandes seguem-se aos pequenos, crescendo a ilegalidade como uma bola de neve. Isto vale para todos os atos de autoridades e mais, principalmente, para os mandatos eletivos. O presidente eleito para determinado período, não pode, sob qualquer pretexto, mudar as regras do jogo, ampliando seu mandato e permitindo-lhe reeleger-se por quantas vezes quiser, como pretende Chavez. Isto, em bom vernáculo é golpe de Estado. Mesmo que tente justificar-se, para dar cunho de legalidade ao injustificável, que um plebiscito, sempre coroado de acusações de fraude diga-se, será realizado para dar legitimidade à quebra da normalidade, nada mudará o que foi decidido quatro anos atrás, quando o povo compareceu ás urnas e dentro de regras conhecidas, elegeu um presidente, apenas para aquele tempo e mandato, sem reeleições e prorrogações. Por conclusão, o que Coronel Chavez pretende na Venezuela com sua reforma constitucional é na prática e na teoria a quebra do sistema democrático, com a implantação de uma abominável ditadura. Por esta razão, soa estranho o comportamento da ONU, União Européia, Japão inclusive e do Mercosul, Brasil à frente, que tem resoluções muito claras de repúdio às tentativas que coloquem em risco a ordem constitucional vigente em qualquer país do globo. Será medo? Não acreditamos, pois como provou o rei dom Juan de Espanha, o homem é bravo, mas não é dois, ao brindá-lo com um sonoro e mundialmente ouvido: “porquê não te calas?” Com a oposição dividida e a opinião internacional estranhamente calada, a Venezuela caminha silenciosa para um regime de exceção que promete ser no mínimo prepotente e arrogante. Será que o mundo vai assistir a tudo isso de boca calada, com Chavez falando pelos cotovelos, cada vez mais, para desespero do rei d'Espanha?
Luiz Bosco Sardinha Machado
colunadosardinha@gmail.com
postado por Shadow às 5:59 PM
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[ Tradição ]

O próprio som da palavra evoca uma certa noção de seriedade e solenidade. Tradição. Suuz'chok, na língua dos drow, e nela também, como em todas as línguas que já ouvi, a palavra escapa dos lábios com um peso e um poder tremendos.
Tradição. É a raiz daquilo que somos, o elo com nossa herança, o lembrete de que nós, como povo, se não como indivíduos, atravessaremos as eras. Para muitas pessoas e muitas sociedades, a tradição é a fonte da estrutura e da lei, o fato permanente da identidade que nega as pretensões contrárias do pária ou a má conduta do ladino. E o eco no fundo de nossos corações, de nossas mentes e de nossas almas que nos faz recordar quem somos ao reforçar quem fomos. Para muitos, é ainda mais do que a lei: é a religião a orientar a fé do mesmo modo que orienta a moral e a sociedade. Para muitos, a tradição é a encarnação de um deus, os rituais antigos e as escrituras sagradas, garatujadas em pergaminhos ilegíveis e amarelados pelo tempo, ou então cinzeladas em pedras eternas.
Para muitos, a tradição é tudo.
Pessoalmente, entendo-a como uma faca de dois gumes que pode cortar ainda mais fundo no caminho do erro.
Em Menzoberranzan, vi a tradição em ação: o sacrifício ritual do terceiro varão (que quase foi meu próprio destino) e as obras das três escolas dos drow. A tradição justificou as investidas de minha irmã durante a formatura da Tugna-Magthere e negou-me o direito de protestar contra aquela cerimônia vil. A tradição mantém as Matriarcas no poder e limita a ascensão dos homens. Mesmo as guerras violentas de Menzoberranzan, casa contra casa, têm raízes na tradição e justificam-se porque as coisas sempre foram assim.
Esses defeitos não são exclusivos dos drow. Sento-me com freqüência na face norte do Sepulcro de Kelvin e observo a tundra inane e as luzes cintilantes das fogueiras nos vastos acampamentos dos bárbaros. Ali também está um povo inteiramente consumido pela tradição; um povo que se apega a códigos e costumes antigos que outrora lhes permitiram sobreviver, como sociedade, numa terra inóspita, mas que agora os atrapalham tanto quanto ou mais do que os ajudam. Os bárbaros do Vale do Vento Gélido seguem os rebanhos de caribus de uma extremidade a outra do vale. Tempos atrás, era a única maneira de sobreviver tão ao norte, mas quão mais fácil poderia ser sua existência agora se simplesmente comerciassem com a gente de Dez-Burgos, oferecendo peles e carne de boa qualidade em troca de materiais mais resistentes trazidos do sul para a construção de casas mais permanentes?
Tempos atrás, antes que a verdadeira civilização se insinuasse tão ao norte, os bárbaros recusavam-se a falar com — ou até mesmo a aceitar — qualquer outra pessoa no Vale do Vento Gélido, e as diversas tribos geralmente se uniam com o único propósito de expulsar os intrusos. Naqueles tempos, os recém-chegados inevitavelmente competiriam pela comida insuficiente e outros suprimentos escassos, e essa xenofobia era necessária a sobrevivência básica.
A gente de Dez-Burgos, com suas avançadas técnicas de pesca e seu rico comércio com Luskan, não compete com os bárbaros — a maioria jamais comeu carne de caça, creio eu. E, no entanto, a tradição exige que os bárbaros não façam amizade com essas pessoas e, de fato, geralmente guerreiem com elas.
Tradição.
Quanta seriedade essa palavra transmite! Que poder enverga! Assim como nos enraíza, proporciona-nos uma base e nos dá esperança por sermos o que somos por causa do que fomos, também provoca a destruição e nega a mudança.
Eu jamais aspiraria a entender um outro povo bem o bastante para exigir que este mudasse suas tradições, mas quão tolo me parece agarrar-se tenaz e obstinadamente a esses hábitos e costumes sem consideração pelas mudanças que ocorreram no mundo que nos cerca.
Pois este mundo é um lugar em constante mudança, movido por progressos na tecnologia e na magia, pela ascensão e queda de povos e até mesmo pela mistura de raças, como nas comunidades de meio-elfos. O mundo não é estático e, se as raízes de nossas percepções e tradições mantiverem-se estáticas, então estaremos condenados, acho eu, a um dogma destrutivo.
Então recairemos sobre a lâmina mais perversa dessa faca de dois gumes.
Drizzt Do'Urden
___________________________________________________________________Texto de R. A. Salvatore, extraído do romance Os Reinos Esquecidos - Trilogia do Vale do Vento Gélido Volume um: A Estilha de Cristal
postado por Shadow às 12:08 AM
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[ Nova fase, novos contos ]

Após algumas outras reformulações, o Noir Sense volta para uma proposta mais próxima do original, aproveitando esse trocadilho que eu teimo em chamar de título de blog.
Recentemente, fui convidado a participar de uma lista de discussão chamada Fábrica de Sonhos, freqüentada por autores de Fantasia e Ficção Científica. Enfim, o que interessa é que toda semana um tema novo é disponibilizado para os membros da lista produzirem um mini conto, e eu vou aproveitar meu amado blogger para publicá-los.
E o primeiro conto já está pronto, com o tema "Olhos de Madeira, e está aí embaixo para ser conferido:
[ Ents: Guardiões e Testemunhas ]
Sim sacerdote, vi acontecer nesta clareira onde você está agora. A floresta que delimito é testemunha desse embate sangrento. Aqui, nesta minha antiga existência, carregarei pelo equivalente das vidas de 300 homens a lembrança terrível.
Desde que a ordem dos Druidas se iniciou, presencio as iniciações nesses dolmens à minha frente, e eles derramam sangue nas minhas raízes, cantando para os espíritos, dançando nús ao luar. Eu vi sua iniciação, a do seu pai, do seu avô, e todos que o procederam. Vi quando começou seu ritual ontem para falar comigo, para pedir esclarecimentos.
Eu e meu rebanho de árvores somos testemunhas da fúria sangrenta dos dois rivais... Ofenderam-se mutuamente, por causa de uma mulher indigna, pois foi capaz de enganar ambos. Foram idiotas de ouvirem suas fraquezas, se sensibilizarem e tentar protegê-la... e tudo foi mentira. O cheiro das palavras falsas ainda está impregnado no sangue espalhado nesse solo sagrado.
Eles urraram como animais, combatendo com magias, espadas e ódio. Pularam um no outro para se matarem, esquecendo seus juramentos, a fraternidade, e as conseqüências. Os lobos convocados se engalfinharam nas sombras, uma matilha contra a outra, despedaçando-se mutuamente em selvageria. O sangue de homens e lobos banharam minhas raízes, e a do meu rebanho também.
Nada pudemos fazer, por mais que nossos povos tenham um pacto de proteção com os Druidas. Podemos protegê-los de quase qualquer coisa menos de si próprios. Portanto mesmo sabendo que a mulher não merecia tal sacrifício.
Eram duelistas valorosos, dois dos melhores entre vocês. A mulher permaneceu escondida entre meu rebanho, aproveitando-se da escuridão e da sombra para observar todo o mal que causara.
Juro sacerdote, que se não fosse o antigo pacto eu teria comandado as árvores para que a destruissem. Ou então para que forçassem a vil criatura a confessar seu plano, disposta que ela estava a destruir todos vocês, Druidas. Ouvi-a murmurando palavras de traição para cada um dos dois combatentes, envenenando a alma de dois antigos amigos para levá-los até aquele momento de sangue e destruição.
Os uivos das matilhas enchiam toda a floresta em uma música sombria. As imprecações dos homens assustavam as criaturas noturnas, e o sangue que eles derramavam brilhava a luz das poucas estrelas que se atreveram a sair naquela noite.
A batalha tornou-se cada vez mais acirrada. Ambos eram parelhos em poder e experiência, os melhores dentro o seu povo. Pouco a pouco, os lobos convocados foram morrendo, sucumbindo às garras dos seus nêmesis, duplos exatos, com a diferença das cores, já que uma matilha tinha pelos cinzentos e a outra era de pelagem castanha.
E após horas, o sol quase surgindo, só sobraram os dois. Encaravam-se ofegantes, extenuados, as forças findando. Mas o ódio no olhar continuava. Assim, partiram para o último ataque, fatal para ambos. Morreram no mesmo momento, unidos novamente como sempre foram antes da maldita mulher aparecer. Ela não foi longe pois a floresta vinga os seus mesmo que não possa impedir a traição. Uma serpente mordeu-a, um ferimento fatal.
Era esta a história que procurava, sacerdote? Era sobre isso que queria saber? Os dois que você procura morreram. A causadora de tudo também não se encontra mais nessa existência.
Tudo isso eu vi, testemunhado com meus olhos de madeira.
postado por Shadow às 10:37 PM
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[ Papo cabeça no bate-papo! ]
Continuando a série Cybersex esse texto mostra as surpresas que aguarda pelos incautos que tentam tornar real uma experiência virtual.
Retirado do
Fórum MMORPG BrasilEle entra e sai de várias salas, procura daqui, fuça dali e acaba gostando de uma garota que, na sala “Quero macho agora” digitava sem parar: “Quero rola, quero rola, quero rola agoraa”. O apelido da garota era MolhadinhaRJ. Vamos ao diálogo!
SaradaodoRJ: Oi minha gata, estou aqui para satisfazê-la.
MolhadinhaRJ: Ai, que bom. Estava tão carente… Vc tc de onde?
SaradaodoRJ: De Ipanema, e vc?
MolhadinhaRJ: Mistério…
SaradaodoRJ: Ah gata que isso, vai fazer mistério? Fala de onde vc tc..
MolhadinhaRJ: Do Rio, ora. Meu nome é MolhadinhaRJ, o que vc esperava?
SaradaodoRJ: Mas de que lugar do RJ, gata?
MolhadinhaRJ: Mistério… sou uma mulher muito misteriosa.
SaradaodoRJ: Hummm, quero desvendar todos os seus mistérios
MolhadinhaRJ: Tenho prazeres sexuais muito peculiares…
SaradaodoRJ: Como assim?
MolhadinhaRJ: Vc gosta de sadomasoquismo?
SaradaodoRJ: Que que é isso?
MolhadinhaRJ: Dar uns tapinhas, levar uns tapinhas.
SaradaodoRJ: Lógico! Tem seda aí?
MolhadinhaRJ: Não é esse tipo de tapinha, gato. Tapa na cara, me dar na cara, levar na cara. Vc gosta?
SaradaodoRJ: Vc gosta de levar porrada?
MolhadinhaRJ: Humm, adoro levar uns tapinhas na cara.
SaradaodoRJ: Então toma, sua puta
MolhadinhaRJ: Hummm, assim eu vou gozar…
SaradaodoRJ: Toma, pá pá pá pá
MolhadinhaRJ: Pára, pára pelo amor de Deus, assim não
SaradaodoRJ: Ué, como assim? Não era o que vc queria?
MolhadinhaRJ; Não, é que esse pápápápá é horrível. Parece tiro
SaradaodoRJ: Então como é que eu vou fazer o barulho, bum? Paf,soc, tum, pou!
MolhadinhaRJ: Cacete, isso aqui não é desenho do Batman, escreve alguma coisa sensual
SaradaodoRJ: Como é que eu vou ser sensual dando porrada?
MolhadinhaRJ: Faz o seguinte, não escreve nada, só bota assim “tô batendo”, sei lá
SaradaodoRJ: Tá, então toma sua puta, tô batendo
MolhadinhaRJ: Aiii, bate mais, dá na cara, me chama de cadela, de vagabunda
SaradaodoRJ: Cadela, vagabunda, toma, toma, tô batendo
MolhadinhaRJ: Ai, isso, vai, bate, me soca
SaradaodoRJ: Soco? Mas vai te machucar, eu luto jiu-jitsu
MolhadinhaRJ: Aiiiiii, que gostoso! Deve ser uma montanha de músculos….
SaradaodoRJ: Sim, sou 100 quilos de puro músculo
MolhadinhaRJ: Então me dá um mata-leão meu jiujiteiro, me joga no chão, me faz dar soquinho no tatame, meu totoso
SaradaodoRJ: Tô te socando, te enfiando a porrada, sua vagaranha! To batendo!
MolhadinhaRJ: Então me joga no chão e me põe de quatro, tesudo!
SaradaodoRJ: Fica de quatro, vagaba. Geme, grita, goza! Sua puta! To batendo!
MolhadinhaRJ: Quero que me meta…
SaradaodoRJ: Tô batendo.. digo, tô metendo…
MolhadinhaRJ: quero que vc pegue uma vassoura de piaçava e enfie em mim…
SaradaodoRJ: O q?
MolhadinhaRJ: Tô imaginando vc pegando graxa, passando na vassoura e metendo ela em mim…
SaradaodoRJ: Escuta aqui, vc é maluca?
MolhadinhaRJ: Sim, sou louca, tarada, doida, aiii, mete, vai
SaradaodoRJ: Tá bom, tô metendo.
MolhadinhaRJ: Muito, ahhnnnn. Agora faz o seguinte…
SaradaodoRJ: O quê? Tira a vassoura e enfia pelo lado da piaçava?
MolhadinhaRJ: Não, pega seu pau e encosta no monitor…
SaradaodoRJ: O QUÊ?
MolhadinhaRJ: É isso mesmo, bota, vai, que eu vou subir em cima do monitor e me esfregar todinha nele…
SaradaodoRJ: Mas é assim que se transa pela internet?
MolhadinhaRJ: É assim que eu gosto… Vai, encosta e toca uma punheta pra mim
SaradaodoRJ: Mas eu vou esporrar meu computador todo
MolhadinhaRJ: Eu também vou deixar o meu molhadinho, vai, encosta…
SaradaodoRJ: Tá bom, eu estou com a cabecinha dele encostada no monitor
MolhadinhaRJ: Aiiii, hummmm, que delícia
SaradaodoRJ: Como é que vc está conseguindo bater no teclado?
MolhadinhaRJ: Ahnnnn, devd aatar sanndo tdo erasdfo ms fdd d=se
SaradaodoRJ: O QUÊ?
MolhadinhaRJ: Ajjjjh v gozoar
SaradaodoRJ: Puta

MolhadinhaRJ: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
SaradaodoRJ: Gozou?
MolhadinhaRJ: Não, caí no chão
SaradaodoRJ: AHH, PUTAMERDAAAAAA! ESSA MULHER É DOIDA!
MolhadinhaRJ: Calma, meu jiujiteiro… ai, foi tão gostoso
SaradaodoRJ: Escuta, vc não prefere fazer isso ao vivo?
MolhadinhaRJ: Claro, gostoso, vem me pegar e vamos foder a noite inteira
SaradaodoRJ: Tá bom, finalmente vou saber onde vc mora. Onde é?
MolhadinhaRJ: Em Ipanema, na Vinicius de Moraes
SaradaodoRJ: Mas é aqui do lado, eu moro na Prudente
MolhadinhaRJ: Que bom, então vem pra cá agora. Eu moro no 3456
SaradaodoRJ: Que coincidência, minha avó paterna mora nesse predio. Conhece a dona Célia?
MolhadinhaRJ: Renatinho?
SaradaodoRJ: VOVÓ?
postado por Shadow às 12:09 AM
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[ Cybersex - Como Não Fazer ]

Algumas pessoas buscam desesperadamente por sexo virtual quando não conseguem mais fazer o real, ou ainda, enjoaram do mesmo.
Isso pode ser uma experiência desastrosa para alguns, mas garanto que para os parceiros envolvidos nos relatos abaixo "desastroso" é pouco para definir os casos. Confira você mesmo.
The Best Cyber Sex
bloodninja: Ok baby, temos que ir depressa, eu não sei quanto tempo eu vou conseguir deixar isso pronto pra você.
j_gurli3: Tudo bem. Ok eu sou uma estudante japonesa, o que você é?
bloodninja: Um Rinoceronte. E um bem dotado, com certeza.
j_gurli3: haha, ok vamos lá.
j_gurli3: Eu coloco minha mãos entre seus cabelos, e beijo você no pescoço.
bloodninja: Eu bato no chão, e grunho, para alertar você que esse é meu território de procriação.
j_gurli3: haha, ok, isso me deixa excitada.
j_gurli3: eu começo desabotoando sua camiseta.
bloodninja: Rinocerontes não usam camisetas.
j_gurli3: Não, você não é um rinoceronte de verdade bobo, só faz parte do jogo.
bloodninja: Rinocerontes não jogam jogos. Eles simplismente vão correndo atacar sua porra de bunda.
j_gurli3: para, vai sério agora.
bloodninja: Não tem coisa mais séria do que um rinoceronte vindo atacar sua bunda!
bloodninja: Eu bato meus pés, a poeira sobe sobre meu pé com pele encouraçada.
j_gurli3: chega.
bloodninja: Minhas narinas estão abrindo e fechando, eu abaixo minha cabeça. Meu chifre, é como um símbolo sexual da minha potente virilidade, é a última coisa que você vê quando as cabeças colidem e a minha permanece vitoriosa. Você é agora um sangrento corpo decapitado suspendido no ar pelo meu poderoso chifre.
bloodninja: Puta merda, agora eu to excitado!!!
j_gurli3: ...
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bloodninja: Baby, eu estou tendo uma noite difícil, então me trate bem, certo?
BritneySpears14: Certo.
bloodninja: Escorrega essas calças baby, yeah.
BritneySpears14: Eu escorrego minhas calças, só pra você, bloodninja.
bloodninja: Oh yeah, certo! Agora, eu coloco meu manto e chapéu de mago.
BritneySpears14: Oh, eu gosto de brincar fantasiada.
bloodninja: Eu também baby.
BritneySpears14: Eu beijo você suavemente no seu peito.
bloodninja: Eu lanço Nível 3 Erotismo! Você se torna agora uma mulher muito bonita.
BritneySpears14: Ei...
bloodninja: Eu medito para re-ganhar minha mana, antes de lançar Nível 8 Pau do Infinito.
BritneySpears14: Engraçado, eu ainda não consigo ver.
bloodninja: Eu gasto minhas reservas de mana para lançar Poderosa Foda das Profundesas.
BritneySpears14: Você é o pior parceiro de cybersexo de todos! Isso é ridículo!
bloodninja: Não me encha o saco puta, eu sou o mais poderoso mago de todas as terras!
bloodninja: Eu roubo sua alma e lanço Raio Nível 1,000,000. Seu corpo explode entre uma poeira de sangue fina, porque você é somente Druida Nível 2.
BritneySpears14: Nunca mais me mande mensagem alguma seu bosta!
bloodninja: Robos estão tentando perfurar meu cérebro, mas meu escudo de raios infui danos de área, deixando os robos como pilhas de metal pegando fogo!!!
bloodninja: Rei Arthur me parabeniza por eu ter destruido o exercito socialista republicano malvado de robos do Dr. Robotnik. A guerra fria acaba. Reagan rouba meus comprimentos e faz parecer que são por causa dele.
bloodninja: Você está ainda baby? Eu acho que to ficando duro agora!
bloodninja: Baby?
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BritneySpears14: Ok, você está pronto?
eminemBNJA: Certo, estou pronto.
BritneySpears14: Eu gosto da sua música Em.. Tee hee.
eminemBNJA: huh huh, yeah, Eu faço para as damas.
BritneySpears14: Mmm, nós gostamos muito. Deixe-me mostrar.
BritneySpears14: Eu tiro suas calças, devagarzinho, e massageio seu físico músculoso.
eminemBNJA: Oh eu gosto disso Baby. Eu coloco meu manto e chapéu de mago.
BritneySpears14: Mas que porra, eu falei pra você não me mandar mais mensagens!
eminemBNJA: Oh merda!
BritneySpears14: Eu juro que se você fazer isso de novo eu vou reportar você para o provedor e dizer que você fica mandando pornografia infantil, seu merda!!!
eminemBNJA: Bosta!
eminemBNJA: Droga, eu preciso escrever seus nomes pra nao esquecer...
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Wellhung: Olá, Sweetheart. como vc é?
Sweetheart: Eu estou usando uma blusinha vermelha, uma mini-saia e salto alto. Eu malho todos os dias, e sou toda perfeitamente tonificada. E você, como é?
Wellhung: Eu sou gordo, peso quase 150 kilos. Uso óculos fundo de garrafa e tenho uma calça azul florida que acabei de comprar no Walmart. Também estou vestindo uma camiseta com algumas manchas de molho de churrasco do jantar... e cheira engraçado.
Sweetheart: Eu quero você. Você quer me comer?
Wellhung: OK
Sweetheart: Nós estamos no meu quarto. Tem uma música agradável tocando no rádio e tem velas em cima do meu ármario e meu criado mudo. Eu estou olhando diretamente para seus olhos, rindo. Minhas mãos vao até sua virilha e comeco a massagea-la pegando seu pau delicioso.
Wellhung: Eu estou soando, estou começando a gostar.
Sweetheart: Eu puxo sua camisa pra cima e começo a beijar seu peito.
Wellhung: Agora eu estou desabotoando minha blusa. Minhas mãos estão tremendo.
Sweetheart: Estou gemendo baixinho.
Wellhung: Eu pego sua blusa e tiro ela bem devagaria de baixo para cima.
Sweetheart: Eu jogo minha cabeça para tras de prazer. As linhas frias da blusa deslizam sobre minha pele quente. Eu estou pegando seu pau mais forte, puxando e pegando.
Wellhung: Minha mão acidentalmente treme e acerta sua blusa, fazendo um buraco nela. Me desculpe.
Sweetheart: Tudo bem, nao era cara mesmo.
Wellhung: Eu pagarei por ela.
Sweetheart: Nao se preocupe. Eu estou vestindo um sutiã fininho. Meus seios macios estão erguendo-se e caindo, a medida que minha respiração aumenta.
Wellhung: Eu estou tentando tirar o nó do seu sutiã. Eu acho que ficou preso. Você tem tesoura?
Sweetheart: Eu pego sua mão e beijo-a delicadamente. Eu coloco a mão para tras e retiro o nó do sutiã. O sutiã deslisa sobre meu corpo. Eu sinto meus biquinhos ficarem todos eretos para você.
Wellhung: Como você fez isso? Eu estou pegando o sutiã e inspecionando o nó.
Sweetheart: Eu fico de costas pra vc. Oh baby. Eu quero sentir sua língua em mim todinha.
Wellhung: Eu estou largando o sutiã. Agora eu estou lambendo seus, ce sabe, peitos. Eles são gostosos!
Sweetheart: Eu estou passando meus dedos sobre seu cabelos. Agora eu estou lambendo sua orelha.
Wellhung: Eu espirro derrepente. Seus peitos estou cobertos de cuspe e catarro.
Sweetheart: Que?
Wellhung: Desculpe. Sinceramente desculpe.
Sweetheart: Eu limpo os restos de catarro dos meus peitos com as sobras de minha blusa.
Wellhung: Eu tomo a blusa melecada de você. E jogo ela do outro lado do quarto.
Sweetheart: OK. Eu estou baixando suas calças e pegando agora na sua ferramenta dura.
Wellhung: Eu estou gritando como uma mulher. Suas mãos estão geladas! Yeeee!
Sweetheart: Eu tiro minha mini-saia. Tiro minha calcinha.
Wellhung: Eu tiro sua calcinha. Minha lingua esta indo para todos os cantos, dentro e fora.. umm... ei espere ai..
Sweetheart: Qual o problema?
Wellhung: Eu estou com um pelo púbico preso na minha garganta! Eu estou sufocando!
Sweetheart: Você está bem?
Wellhung: Eu estou tossindo! Estou ficando vermelho!
Sweetheart: Posso ajudar?
Wellhung: Eu corro para a cozinha, sufocando violentamente. Eu abro todos os armarios procurando por um copo. Onde você guarda os copos?
Sweetheart: No armário do lado da pia.
Wellhung: Eu estou bebendo um copo d'água. Ahhh, bem melhor.
Sweetheart: Volte pra mim, amor.
Wellhung: Estou lavando o copo agora.
Sweetheart: Estou na cama clamando por você.
Wellhung: Estou secando o copo. Agora estou colocando ele de volta no armário. E agora estou voltando para o quarto. Ei espere, está escuro, estou perdido! Onde é o quarto?
Sweetheart: Última porta da esquerda no final do corredor.
Wellhung: Achei!
Sweetheart: Eu tiro suas calças com força. Estou gemendo. Eu quero muito você!
Wellhung: Eu tb!
Sweetheart: Suas calças já estão no chão. Eu beijo você passionalmente, nossos corpos nus estão se precionando uns aos outros.
Wellhung: Seu rosto está empurrando o meu óculos contra minha cara. Machuca.
Sweetheart: Porque você nao tira seus óculos?
Wellhung: OK, mas eu não consigo ver muito bem sem eles. Eu coloco o óculos em cima do criado mudo.
Sweetheart: Eu estou de quatro na cama. Venha, baby!
Wellhung: Eu preciso fazer xixi. Eu saindo correndo desingonçado e cegamente pelo quarto até o banheiro.
Sweetheart: Rápido, amor.
Wellhung: Eu achei o banheiro! Está escuro. Eu vou tocando as coisas até achar o vaso. Eu levando algo que se parece com uma tampa.
Sweetheart: Eu estou esperando ansiosa o seu retorno.
Wellhung: Pronto, já fiz. Estou tocando o ambiente para tentar achar a descarga, mas eu não consigo achar! Uh-oh!
Sweetheart: Qual o problema agora?
Wellhung: Eu percebi que eu mijei na sua máquina de lavar. Desculpe de novo. Eu estou voltando para o quarto agora, cegamente, sentindo o caminho.
Sweetheart: Mmm, sim. venha!
Wellhung: OK, agora eu vou colocar o meu... ce sabe... negócio... dentro da... ce sabe... coisa de mulher.
Sweetheart: Sim! Vai, baby! Vai!
Wellhung: Eu estou tocando sua bunda macia. Está tão bom. Eu beijo seu pescoço. Umm, estou tendo um pequeno problema aqui.
Sweetheart: Estou movendo minha bunda para frente a para tras, gemendo. Eu não consigo resistir mais nenhum segundo! Enfia! Me come agora!
Wellhung: Fiquei flácido.
Sweetheart: O que?
Wellhung: Estou mole. Nao consigo sustentar uma ereção.
Sweetheart: Eu estou ficando de pé e olhando para você com um olhar decepcionado.
Wellhung: Eu estou batendo uma com um olhar triste no meu rosto, meu piu-piu está todo molinho. Eu vou pegar meu óculos e ver o que está errado.
Sweetheart: Não, esquece. Eu estou me vestindo. Estou colocando minha calcinha. E agora colocando minha blusa.
Wellhung: Não espere! Estou sentindo o ambiente tentando achar o criado mudo. Estou sentindo o guarda-roupa, e agora estou sentindo que estou perto das velas.
Sweetheart: Estou abotoando minha blusa. Agora estou colocando meus sapatos.
Wellhung: Achei meu óculos! Estou colocando ele. Meu Deus!!! Uma das velas caiu na cortina. A curtina está pegando fogo! Estou apontando para ela, com um olhar chocado em meu rosto!
Sweetheart: Vai pro inferno. Estou saindo fora, idiota!
Wellhung: Agora o carpete também está em chamas! Oh naaaaaaaaoooo!
Sweetheart:
--------------------------------------------------------------------------------
sweet17: Oi
bloodninja: Olá
bloodninja: Que é você?
sweet17: Apenas alguém...
bloodninja: Alguém que eu conheça?
sweet17: naum
bloodninja: Então porque diabos você está me oportunando?
sweet17: Ahhnn.. Desculpe...
sweet17: Eu só queria conversar com você
bloodninja: pq?
sweet17: bah, deixa pra lá, você é um idiota
bloodninja: Ei espere!
sweet17: O que?
bloodninja: Ei desculpe. Eu só estou um pouco paranóico
sweet17: paranóico?
bloodninja: sim
sweet17: do que?
sweet17: de mim?
bloodninja: Não. Eu to me escondendo.
sweet17: HAHA
bloodninja: Não ria de mim!!!
bloodninja: Essa bosta é sério!
sweet17: Do que você está se escondendo?
bloodninja: Dos tiras.
sweet17: Bah! Dá uma tempo vai!!
bloodninja: É sério!
sweet17: Eu não entendo
bloodninja: Os tiras estão atrás de mim.
sweet17: Pelo o que?
bloodninja: Eu sou procurado em três estados
sweet17: Pelo o que???
bloodninja: É meio constrangedor.
bloodninja: Eu fiz sexo com um peru.
bloodninja: Alôoo?
sweet17: Você é doente!
bloodninja: Me mande uma foto sua.
sweet17: pq?
bloodninja: dai eu vou saber que você não é um deles.
sweet17: Um deles quem?
bloodninja: Os tiras.
sweet17: Eu nao sou um tira, já te disse
bloodninja: Então me mande uma foto sua.
sweet17: pera ae
bloodninja: rápido
bloodninja: Você tá ae?
bloodninja: Vai se foder, tira!
sweet17: Ei desculpe
sweet17: Eu tive que fazer uma coisa pra minha mãe.
bloodninja: Eu pensei que você estava tentando achar uma foto para me mandar.
bloodninja: Quando na verdade você foi correndo avisar as autoridades.
bloodninja: Não foi!?!?!
sweet17: Não é isso
bloodninja: Então o que?
sweet17: Eu não quero te mandar uma foto minha pq eu nao sou bonita
bloodninja: A maioria dos tiras não são
sweet17: EU NÃO SOU UMA PORRA DE TIRA SEU IMBECIL!
bloodninja: Então me mande uma foto sua.
sweet17: tá. Qual o seu e-mail?
bloodninja: Mande por aqui mesmo.
sweet17: tá bom *PIC*
sweet17: Você pegou?
bloodninja: Espere. Estou vendo.
sweet17: Essa sou eu no mês de maio
sweet17: Eu perdi peso desde então.
bloodninja: Eu espero que sim
sweet17: Q?!?
sweet17: isso machuca meus ferimentos.
bloodninja: Machuca?
sweet17: Sim. Eu não estou tão magra agora.
bloodninja: Você se sentirá melhor se eu te enviar minha foto?
sweet17: sim
bloodninja: Certo, dexo eu achar.
sweet17: tá
bloodninja: Ok, aqui está. *FOTO*
sweet17: esse não é você.
bloodninja: Que tudo vá pro inferno se não for eu!
sweet17: Você não se parece com o que está na foto.
bloodninja: Como diabos você pode saber?
sweet17: pq seu perfil tem outra foto.
bloodninja: A foto do perfil é falsa.
bloodninja: Eu uso pra esconder dos tiras.
sweet17: Você se parece como um garoto de fazenda haha
bloodninja: Bem, você se parece com alguem que COMEU a fazenda....
sweet17: Vai se foder!
bloodninja: Eu ia, até eu ver aquela foto
bloodninja: Agora minha unidade não vai subir por uma semana.
sweet17: Eu não deveria ter te enviado aquela foto.
sweet17: Você não fez nada a nao ser me magoar.
sweet17: você me machucou!
bloodninja: E me chamando de garoto de fazenda nao me machuca nao?
sweet17: Eu pensei que vc tava zoando comigo!
bloodninja: E pq eu faria isso?
sweet17: Eu nao acredito que os tiras estao atras de vc
bloodninja: Eu nao acredito que o Papai Noel deixa vc sentar no colo dele..
sweet17: VAI SE FODER!!!
bloodninja: Iria quebrar as pernas dele.
sweet17: Seu idiota!
sweet17: Todos mexem comigo a minha vida inteira por causa do meu peso
sweet17: e vc tira sarro da minha cara sem sequer me conhecer
bloodninja: Ok. estou arrependido.
sweet17: Nao, nao esta.
bloodninja: Você tá certa. Não estou.
bloodninja: HAARRRRR!
sweet17: Já terminei com vc.
bloodninja: Aww. Desculpeeee.
sweet17: Eu vou colocar vc no ignore
bloodninja: Espere um pouco
bloodninja: Nos comecamos com o pé errado.
bloodninja: Quer começar de novo?
sweet17: Não
bloodninja: Eu vou comer seu gatinho
sweet17: Vc vai o q?
bloodninja: Vc me ouviu.
bloodninja: Eu disse que vou comer seu gatinho.
sweet17: Vc disse que nao conseguiria ficar duro depois de ter visto minha foto
bloodninja: E eu preciso ficar duro pra comer seu gatinho?
sweet17: Eu gostaria de saber que pelo menos o cara que tiver me comendo está excitado
bloodninja: Bem, eu nao sou como a maioria dos homens.
bloodninja: Eu fico excitado de vários jeitos.
sweet17: Como o que?
bloodninja: Vc quer mesmo saber?
sweet17: Uhmm.. Nao sei..
bloodninja: Vc precisa dizer sim ou nao.
sweet17: Eu tenho medo
bloodninja: Pq?
sweet17: pq...
bloodninja: por causa?
sweet17: Bem, vamos ver...
sweet17: vc disse que fez sexo com perus. Vc me chamou de gorda. E entao do nada vc quer me comer
sweet17: Isso nao parece estranho pra vc?
bloodninja: Naum.
sweet17: Bem, eh estranho pra mim
bloodninja: Ta bom. Eu nao vou fazer se vc nao quiser que eu faça
sweet17: Eu nao disse isso
bloodninja: Entao isso é um sim?
sweet17: Acho que sim.
bloodninja: Ok. Mas eu preciso da sua ajuda pra ficar excitado.
bloodninja: Você está disposta?
sweet17: O que você precisa que eu faça?
bloodninja: Eu preciso que você fale igual um pirata.
sweet17: ???
bloodninja: Quando eu começar a ficar mole... Vc diz "HARRRR!!!"
bloodninja: ok?
bloodninja: Alo?
sweet17: Vc nao pode tá falando sério!
bloodninja: Oh sim, to sim!
bloodninja: É minha fantasia.
sweet17: isso é retardado
bloodninja: Vc quer ou nao?
sweet17: Sim eu quero.
bloodninja: Entao vc faz pra mim?
sweet17: tá
bloodninja: Ok. Aqui vamos nós.
bloodninja: Eu gentilmente tiro sua calcinha e começo a massagear suas coxas.
bloodninja: Você fica bem molhada ao sentir minha ligua passando entre elas.
bloodninja: Eu delicadamente começo a linguar seu clitoris molhado.
bloodninja: Eu passo minha língua de cima para baixo com movimentos suaves.
sweet17: mmmm yeah
bloodninja: uh oh ...ficando mole!
sweet17: Har
bloodninja: Vc precisa ser melhor que isso!
bloodninja: Sua foto era muito feita.
sweet17: HARRRRRRRRRRRR
bloodninja: Ahhhh. Bem melhor! Eu sinto seu clitoris ficando cada vez mais molhado a cada linguada.
bloodninja: Eu chupo suavemente seu clitoris trazendo ele de dentro para fora da minha boca repetidas vezes.
bloodninja: Seu suco escorre pelo meu queixo assim como seu cheiro vai direto para meu nariz.
bloodninja: Eu comeco a me sentir fraco perante sua feminilidade.
sweet17: mmmmmm vc é bom..
bloodninja: Eu sinto suas coxas apertarem a medida que eu como você mais forte
bloodninja: ficando mole!
sweet17: HARRRRRRR
bloodninja: Mmmm Eu pego seus mamilos gigantes.
bloodninja: Vc começa a ir e vir fazendo mais pressão.
bloodninja: ficando mole!
sweet17: isso é idiota
bloodninja: ...ainda mole!
bloodninja: Faça!
sweet17: HARRRRRRRRRRRRR
bloodninja: Eu viro vc e começo a lamber seu cu.
bloodninja: Eu rasgo aquele navio de batalha que você chama de bunda.
bloodninja: Eu vejo bolinhas de cocô penduradas nos pêlos em volta do seu cu.
sweet17: QUEEE?!?!?
bloodninja: Elas fedem muito.
sweet17: Oh meu Deus! PARA!!!
bloodninja: Eu comeco a ficar enjoado com seu cu feio
bloodninja: Eu arranco sua perna de pau.
bloodninja: Eu enfio ela no seu cu.
sweet17: VOCÊ É UMA PORRA DE UM LOUCO!!
bloodninja: E então eu derrubo caramelo quente sobre sua cabeça.
bloodninja: E tranformo vc numa maçã doce gigante...
bloodninja: Eu chuto a sua cara!
sweet17: VAI SE FODER SEU BOSTA!!
bloodninja: A celulite do seu queixo acerta a o canto da parede...
bloodninja: Seu papagaio sai voando.
bloodninja: ...ficando mole de novo!
bloodninja: Alo?
bloodninja: Diga!
bloodninja: HAARRRRRR!!!!!
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bloodninja: Quer fazer cyber?
Katie_007: Claro, você gosta de vegetais?
bloodninja: Dos tipos de jardinagem?
Katie_007: É, algo do tipo.
bloodninja: Nada me deixa mais excitado que isso, veja isso:
bloodninja: Você fica de quatro para colher seus rabanetes.
(pausa)
Katie_007: Só isso?
bloodninja: Você rega seu montinho de tomates.
bloodninja: Você está pronta para minha produção fresquinha?
Katie_007: Eu estava pensando em algo do tipo relacionado a atos sexuais que ENVOLVEM vegetais... Você pode fazer algo mais sexy pra mim?
(pausa)
bloodninja: Eu toco você no seu alface, você massageia meu espinafre...
bloodninja: Eu cavalgo na sua bunda como se elas fossem delicadas ondas de grãos.
Katie_007: Grãos não me deixam excitada... Eu estava pensando algo do tipo cenoura e pepinos.
bloodninja: Meu pepino toca suavemente suas cenouras.
bloodninja: Putz baby, você está certa, essa merda é um tesão!
Katie_007: ...
bloodninja: Meus rabanetes ouvem o doce choro do seu amor. Minhas entranhas viram cereja assim que eu tiro meu quente couve-flor do amor!
Katie_007: Mas que bosta é essa? Tchau!
bloodninja: Siiim! Bem, eu ja soltei o caldo do meu couve-flor sobre suas azeitonas e nos seus olhos. E agora você não pode ver. Puta.
Katie_007: Bah...
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bloodninja: Quer cyber?
DirtyKate: OK, mas não conter pra ninguém! ;-)
DirtyKate: Quem é você?
bloodninja: Eu tenho cabelos loiros, olhos azuis, malho bastante.
bloodninja: e eu trabalho entregando pizzas na pizzaria do Papai John.
DirtyKate: Você soa sexy.. Eu aposto que você quer me levar para o banco de tras do seu carro..
bloodninja: Talvez uma outra hora. Você deveria ligar para a pizzaria do Papai John e fazer um pedido.
DirtyKate: Haha! OK
DirtyKate: Alô! Eu gostaria de uma pizza extra-EXTRA grande com muito tempero!
bloodninja: Bem, primeiro eles iriam dizer, "Alô, aqui é do Papai John Pizzaria, como posso ajudar?", então eles lhe dizem as promoções, e então você pede. Então é um X-Gigante, certo? Qual recheio você quer?
DirtyKate: Eu quero tudo, baby!
bloodninja: É para entrega?
DirtyKate: Umm... Sim
DirtyKate: Então você tá trazendo a pizza para minha casa agora? Porque eu to em casa sozinha... e eu acho que vou tomar um banho...
bloodninja: Ótimo! Vai levar quinze minutos para ficar pronta, e então eu vou até a sua casa.
**pausa**
DirtyKate: Eu estou quase acabando meu banho... Rápido!
bloodninja: Você não pode apressar uma boa pizza.
bloodninja: Em todo caso, eu já estou a caminho.
**pausa**
DirtyKate: Então você está em frente minha casa agora.
bloodninja: Como você sabia?
bloodninja: Eu bati, mas ninguém conseguiu me ouvir por causa que você estava no banho. Então eu mesmo entrei, e andando lentamente deixei a pizza sobre sua mesa. bloodninja: Você está pronta para ficar safadinha, baby? Eu estou mais quente que uma pizza saindo do forno!
DirtyKate: Oooohh yeah. Eu saio do chuveiro e estou toda molhada e com frio. Me esquente baby!
bloodninja: Entao você ainda está no banheiro?
DirtyKate: Sim, eu estou enrolando uma toalha em torno de mim.
bloodninja: Eu não posso mais resistir a pizza! Eu abro a caixa e deszipo minhas calças com a outra mão. Assim que eu penetro o queijo cremoso, eu gemo de extase. Os cogumelos e o molho italiano estão duros, mas o tempero está deliciosamente macio. Eu gozo em segundos! Assim que você sai do banheiro, eu saio pela porta da frente....
DirtyKate: Mas que merda é essa?
DirtyKate: Seu bosta pevertido!
DirtyKate: Idiota!
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Partner6: Então você é mesmo uma garota de 18 anos, certo?
J-Dogg: Sim, J é de Julie.
Partner6: Então o que é o "Dogg"
J-Dogg: Uh, é porque eu curto esses esquemas de gangues latinas. Ce sabe, andando com os manos coisa e tal.
Partner6: Oh, uh ok isso é legal. Entao, você ja viu uma arma?
J-Dogg: Claro, eu tenho 6 armas.
Partner6: Da hora, mas você que ver a MINHA arma?
J-Dogg: hehe, claro baby!
Partner6: Eu tiro minhas calças e mostro pra você minha "arma".
J-Dogg: Ohh, é tão grande!
Partner6: Sim, o que você quer fazer?
J-Dogg: Umm, eu acho que bato uma pra você.
Partner6: Uhmm.. eu gosto disso.
J-Dogg: Certo.
Partner6: Continue conversando comigo baby...
J-Dogg: Eu beijo você na boca forte, mas gentilmente.
Partner6: Mmmm, papai gosta.
J-Dogg: I deszipo minhas calças...
Partner6: Sim, me mostre o que você tem.
J-Dogg: Eu tiro meu pintão, e pego você pelos peitos...
Partner6: Mas que porra?!
J-Dogg: Oh droga, eu quero dizer, seu pintão! seu pintão!
Partner6: Eu já estou cansado de vocês travecos tentando fazer cybersexo comigo, eu só como mulheres!
J-Dogg: Merda! Ah vamos, não me despreze cara, eu não tava falando sério que eu tenho 6 armas, eu estou desarmado!
Partner6: Seu bosta!
J-Dogg: Eu choramingo comigo mesmo...
J-Dogg: por favor não atire em mim senhor..
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VictimX_27: Oi!
cheesedog: Opa!
cheesedog: Qual seu nome?
VictimX_27: Qual o seu?
cheesedog: Eu te perguntei primeiro.
VictimX_27: Eu te perguntei em segundo
cheesedog: Meu nome é Johnny
cheesedog: Johnny Cheesedog
VictimX_27: Esse não é seu nome verdadeiro
cheesedog: E porque esse não seria meu nome verdadeiro?
VictimX_27: Ninguem tem um nome de Chessedog como sobrenome
cheesedog: Bem eu tenho. O que há de errado nisso?
VictimX_27: Nada creio eu
VictimX_27: É sua foto verdadeira no vídeo?
cheesedog: É sim
VictimX_27: Muito bonitinho
cheesedog: Obrigado
VictimX_27: Você parece o Eminem
cheesedog: Vai se foder!
VictimX_27: EI! Eu quis dizer no bom sentido
VictimX_27: Eu acho o Eminem gostoso!
cheesedog: Oh. Você acha que eu sou gostoso?
VictimX_27: Sim
cheesedog: Como você é?
cheesedog: Você tem uma foto?
VictimX_27: Eu não mostro minha foto pra ninguém
cheesedog: Porque não?
VictimX_27: Porque eu sou feia
cheesedog: Eu não vou tirar sarro de você
VictimX_27: Não é isso. É que eu não gosto de como eu pareço
cheesedog: Então você não tem auto-estima, é?
cheesedog: É isso que você está dizendo?
VictimX_27: Eu apenas não me acho bonita
cheesedog: Deixe-me ser o juiz disso.
VictimX_27: Nahhh
cheesedog: Então descreva como você é.
VictimX_27: Porque você quer saber como eu me pareço?
cheesedog: Porque eu acho que você deve ser bonita
cheesedog: Eu quero uma foto sua na minha cabeça enquanto eu converso com você.
VictimX_27: HAHA!! Você não vai querer uma foto minha. Confie em mim
cheesedog: Porque não?
VictimX_27: Eu já te falei. Eu sou feia.
cheesedog: Bem... Eu acho que você deve ser bonita por dentro.
VictimX_27: Você nem sequer me conhece
cheesedog: Eu sou muito bom em julgar o caráter
VictimX_27: Então porque você precisa me ver?
cheesedog: Eu só queria saber, só isso
cheesedog: Se você não está confortável com isso... tudo bem.
VictimX_27: Você não está entendendo
cheesedog: É assim tão ruim?
VictimX_27: SSSIIIMMMMMM
cheesedog: Ok então. Eu vou fotografar você como a Jane dos Jetsons.
cheesedog: Ela é bombástica!
cheesedog: Ela me deixa excitado só de pensar nela!
VictimX_27: Jane?
cheesedog: Sim. Jane.
VictimX_27: Quem é essa?
cheesedog: A esposa do George.
VictimX_27: Quem é George?
cheesedog: George Jetson. Dos Jetsons.
cheesedog: Caralho, você é surda?
VictimX_27: Quem são os Jetsons?
cheesedog: Oh meu deus. Aqui vamos nós
VictimX_27: que?
cheesedog: Você não sabe quem são os Jetsons?
VictimX_27: Deveria?
cheesedog: Sim.
VictimX_27: Bem, eu não sei.
cheesedog: Um segundo
cheesedog: Aqui. *FOTO*
VictimX_27: Essa é ela?
cheesedog: Sim
VictimX_27: Eu não me pareço nem um pouco com isso
cheesedog: CALA A BOCA! Você está estragando minha fantasia!
VictimX_27: HAHA. Você é engraçado.
cheesedog: Quem é engraçado?
VictimX_27: Você é
cheesedog: Fico feliz que divirto você
VictimX_27: Eu também
cheesedog: Então se você não se parece com a Jane, como você se parece?
VictimX_27: Você não desiste né?
cheesedog: Nunca
VictimX_27: Eu sou exatamente o oposto dela
cheesedog: ???
VictimX_27: Eu sou muito branca
cheesedog: Isso é legal, minha maninha branca
VictimX_27: HAHA
cheesedog: Eu posso pegar minas brancas também, eu acho.
VictimX_27: Eu sou mais branca do que a maioria
cheesedog: É mesmo?
VictimX_27: Eu sou albina
cheesedog: O que?
VictimX_27: Você não sabe o que é isso?
cheesedog: Eu já ouvi essa palavra antes
VictimX_27: Eu não tenho pigmento na minha pele, olhos e cabelo
VictimX_27: Por isso sou toda branca
cheesedog: Isso é besteira
VictimX_27: É sério!
VictimX_27: Você nunca viu um Albino antes?
cheesedog: Não. Onde eles vivem? Albinia?
VictimX_27: Não, nós vivemos em qualquer lugar.
cheesedog: Então como é que eu nunca vi um antes?
VictimX_27: Sorte, eu suponho
cheesedog: Me mande sua foto. Eu quero saber como um albino é.
VictimX_27: Eu vou mandar uma foto mas não minha, ok?
cheesedog: Ok
VictimX_27: Aqui está *FOTO*
cheesedog: Putz. Isso é assustador
VictimX_27: Viu porque eu não mando fotos minhas?
cheesedog: Não há nada errado com isso.
cheesedog: Isso não faz de você feia
cheesedog: Essa mina é até gostosa.
VictimX_27: Obrigado
cheesedog: Sem problemas
cheesedog: Er, você não. Eu não sei como você é.
VictimX_27: Você vai estar no chat daqui a 3 horas?
cheesedog: Sim
VictimX_27: Eu tenho que ir até o shopping com minha irmã
VictimX_27: Você vai estar aqui quando eu voltar?
cheesedog: Claro. Daí eu transo com você.
VictimX_27: Err valeu. Haha
cheesedog: É sério
VictimX_27: Veremos.
cheesedog: Sim, veremos.
VictimX_27: Tchau por agora!
cheesedog: Tenha certeza de usar um óculos de sol.
VictimX_27:
Três horas depois...
VictimX_27: EI!
cheesedog: Oi
VictimX_27: Voltei!
cheesedog: Se divertiu no shopping?
VictimX_27: Sim, comprei sapatos novos.
cheesedog: Interessante.
VictimX_27: Na verdade não... Sao sapatos normais.
cheesedog: Você está pronta para o sexo agora?
VictimX_27: HAHA
cheesedog: Isso é um sim?
VictimX_27: Pode ser...
VictimX_27:
cheesedog: Puta merda!
cheesedog: Eu gentilmente chupo seus biquinhos
cheesedog: Eu sinto eles ficarem duros, e então eu meto a mão na sua...
VictimX_27: Opa! Pera ae!!!
cheesedog: Porque?
VictimX_27: Eu nao vou simplismente fazer sexo com você se é só isso que você quer!
cheesedog: O que você quer dizer?
VictimX_27: Você não vai me ignorar depois, né?
cheesedog: Claro que não.
cheesedog: Eu gosto de você.
VictimX_27: Eu nem ao menos seu qual a sua idade.
cheesedog: Eu tenho 27. Agora....
cheesedog: Eu gentilmente massageio seus peitos com minhas mãos firmes
cheesedog: Eu passo seus biquinhos entre meus dedos
VictimX_27: ESPERA!
cheesedog: Eles ficam duros de novo... O QUE?
VictimX_27: Você não quer saber nada sobre mim primeiro?
VictimX_27: Tipo, do que eu gosto?
cheesedog: Oh sim. Claro. Rápido.
VictimX_27: Isso não me pareceu muito convincente!
cheesedog: SIM EU QUERO SABER DO QUE VOCÊ GOSTA AGORA!!!
VictimX_27: Agora você está sendo um idiota
VictimX_27: Só um minuto...
cheesedog: ok
VictimX_27: Voltei
cheesedog: Sem problemas
VictimX_27: Obrigado
cheesedog: Então, do que você gosta?
VictimX_27: Ummmm de ser chupada
cheesedog: Onde?
VictimX_27: Todos os lugares!
cheesedog: Algum lugar em particular?
VictimX_27: uhhh sim
cheesedog: Me diga
VictimX_27: no meu clit
cheesedog: OK!
cheesedog: AGORA SIM TA FICANDO BOM!
VictimX_27: Eu também gosto de ser chupada por trás
cheesedog: Ooooooohhhh.
cheesedog: Ok. Veja isso.
cheesedog: Nós estamos em um prédio abandonado.
cheesedog: Não tem ninguém por perto. Está tudo quieto.
VictimX_27: Uh huh
cheesedog: Eu gentilmente desaboto-o suas calças e escorrego minha mão sobre seu clitóris
cheesedog: Você fica toda quente e molhada.
cheesedog: Eu abaixo sua calcinha e continuo a massagear sua xoxota
VictimX_27: oooohh mmmm
cheesedog: Eu coloco minha boca na sua xoxota no mesmo momento que como você por trás
cheesedog: Eu mexo minha lingua entre seu buraco agora humedecido
VictimX_27: Siiimmmmmmmm
cheesedog: Eu cubro suas orelhas com minhas mãos enquanto como você.
cheesedog: Egon e Ray aparecem por trás.
cheesedog: *Ligando mochilas protônicas*
VictimX_27: ???
cheesedog: Então... Egon FRITA sua bunda branquela!!
cheesedog: POW!! BZZZZZTTTTTPHTTTTTT!!!
cheesedog: Winston e Peter preparam a armadilha....
VictimX_27: QUE PORRA É ESSA!?!?
cheesedog: Você se contorce pelada entre os raios de protons
cheesedog: Os raios quase se cruzam! Cuidado!!
cheesedog: Peter te dá uma porrada com a arma dele no seu queixo
cheesedog: Eles abrem a armadilha e ela suga sua bunda branquela pra dentro!
VictimX_27: Isso não tem graça!!!
cheesedog: CALA A BOCA! VOCê FOI PEGA!
cheesedog: **coloca você na área de contenção**
cheesedog: Geléia também está lá..
VictimX_27: VOCÊ É UM CUZÃO!
cheesedog: EU DISSE PRA CALAR A PORRA DA BOCA!
cheesedog: Agora... Geléia estica seu pau verde e gosmento no seu cu sem pigmento.
cheesedog: **ELE MELECA VOCÊ!**
VictimX_27: Nunca mais fale comigo!
cheesedog: Ele goza sobre todo o seu cabelo... mas ninguém nota porque são da mesma cor!
VictimX_27: VAI SE FODEEEEERRRR!!!!
cheesedog: Ele come um donut queimado!
VictimX_27: CALA A BOCA E VAI SE FOODEEEEEERRRRRR!!!!!
cheesedog: o espere! Era a sua mão, sua puta branca assustadora!
VictimX_27: ME DEIXE EM PAZ!!!
cheesedog: Relaxe, Gasparzinho. Você está presa, já disse.
cheesedog: Geléia vai agora lamber seu clitóris.
cheesedog: Mas já tem meleca nele!!!
cheesedog: Geléia acha que você está traindo ele e fica com ciúmes!!!
cheesedog: ELE ARRANCA SUAS TETAS BRANCAS FORA!
VictimX_27: VAI SE FODER!!!!!!!!
cheesedog: **Joga volleyball com elas**
VictimX_27:
postado por Shadow às 12:18 AM
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[ Pérolas de Relatórios e Outras Explicações ]
Depois de abandonar o blog desde agosto de 2006 estamos de volta, com novo layout e nova disposição.O motivo principal desta negligência foi a dificuldade que o blogger apresentava quando se tratava de visualizar da codificação correta e mimimimi...Enfim nada de desculpas esfarrapadas e/ou pedidos de desculpas. Pra hoje, trazemos as pérolas constantes nos relatórios fiscais de determinado banco federal. Na década de 70 em pleno governo militar esse banco oferecia crédito de fomento para o agronegócio, e como todo agente financeiro, dispunha de fiscais para acompanhar a devida aplicação dos recursos federais, mas a preparação do quadro técnico da conceituada instituição não era das melhores... Confira você mesmo:§ Fui atendido na fazenda pela esposa do mutuário. Segundo soube, ninguém quer comprá-la, apenas explorá-la; § Desconfio que o mutuário está com intenção de pagar a dívida; § Está havendo uma troca de fazendas, dando prejuízo ao banco, com títulos protestados e tudo mais e o mutuário nem liga!; § O mutuário foi para São Paulo para melhorar de vida. Quando voltar, vai liquidar a dívida; § Cliente vendeu a fazenda que lhe custou os olhos da cara. Mas só na promessa; § As garantias permanecem em perfeito estado de abandono; § O sol castigou o mandiocal. Se não fosse esse gigante astro, as safras seriam de acordo com as chuvas que não vieram; § Acho bom o banco suspender o negócio do cliente, para não ter aborrecimentos no futuro; § Mutuário triste e solitário pelo abandono da mulher, não pôde produzir; § Trajeto feito a pé, por não haver condições de tráfego. Despesa grátis; § O contrato permanece na mesma situação da vistoria anterior, isto é, está faltando fazer os itens que ainda não ficaram prontos; § A máquina elétrica financiada é toda manual e velha; § Financiado executou o trabalho braçalmente e animalmente; § Não há bem que sempre dure nem mau que nunca se acabe: ele vai terminar sendo executado pelo banco; § COBRA - comunico que faltei ao expediente no dia 14 em virtude de ter sido mordido pela epigrafada; § Vistoriamos o açude financiado e depois de longos e demorados estudos, contatamos que o mesmo estava vazio; § Os anexos seguem em separado; § A lavoura nada produziu. Mutuário fugiu montado na garantia subsidiária; § A terra oferecida em garantia era uma ribanceira tão ribanceada que se estivesse chovendo e eu andasse a cavalo e o cavalo escorregasse, adeus fiscal; § Seu filho nos disse que seu pai certamente irá quitar seus débitos; § Após visita na residência do seu Pedro Jacaré informo não ter encontrado o réptil.
postado por Shadow às 1:36 AM
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[ A Ordem do Palito ]
Quem nunca viu um stick na internet? Não sabe o que é? Claro que sabe: sticks são aqueles desenhos feitos de "palitinhos" que ganharam grande popularidade com joguinhos on-line e animações em flash como Xiao-Xiao. Mas eles foram muito além disso, e hoje uma das webcomics de maior sucesso no momento é feito com visual de stick e voltado para o mundo fantástico de D&D: The Order of The Stick, ou simplesmente OOTS.Com esse visual simples os desenhos são fluidos e bastante engraçados, o que ajuda o roteiro a ser ágil e despretensioso, porém, com uma segunda olhada ele se mostra denso e profundo, com diversão garantida se você prestar atenção nas referências escondidas no roteiro, em quase todos os capítulos.
Com vários personagens cativantes, a OOTS consegue fazer piada com quase todas as regras de D&D e constantemente faz referências à cultura pop. O criador Richard Buerlw fez tanto sucesso com sua criação que já lançou, nos EUA, dois livros, um com o background dos personagens e um com as tiras publicadas na Internet: The Order of the Stick: On the Origin of PCs (2005) e The Order of the Stick: Dungeon Crawlin' Fools (2005) respectivamente; e, para novembro de 2006 está previsto The Order of the Stick: No Cure for the Paladin Blues. Seguindo essa onda de sucesso, está previsto o lançamento em agosto de The Order of the Stick Adventure Game: The Dungeon of Dorukan, o qual, como o nome já diz, está trazendo para as sessões de RPG de mesa o clima da Ordem do Palito.
Como grandes heróis que são, os integrantes da OOTS encontram desafio à altura nos inimigos como a Linear Guild e o mago morto-vivo Xykon e seus asseclas Red Cloac e o Monstro na Escuridão, que também rendem piadas tão boas quanto a da ordem, mas de longe o Belkar é o mais divertido de todos. Eis uma lista dos protagonistas e antagonistas mais recorrentes:
Roy Greenhilt: Humano, O líder da OOTS, é sábio, inteligente e carismático, qualidades desprezadas nos Guerreiros de D&D. Citação: "Eu tenho MBA (Master of Battle Administration)"
Belkar Bitterleaf: Halfling, o rastreador da equipe é um sádico, psicopata, mal-intencionado e injustiçado. É o responsável pelas melhores risadas da webcomic. Citações: (sim, tem que ser mais de uma) "No futuro, lembrem-me de esperar até o entardecer antes de insultar o Varsuuvius" e ainda "Isso era uma verdade quando me tornei um aventureiro e continua sendo verdade até hoje: Quando estiver em dúvida, ponha fogo em alguém" e por último e não menos importante: "OH YEAH! QUEM É O HALFLING? EU SOU O HALFLING!!"
Varsuuvius: Elfo ou elfa? Essa é uma das principais perguntas sobre esse personagem ambíguo que tem a ambição de adquirir Poder Arcano Definitivo através do conhecimento. É inteligente e às vezes é conhecido apenas como V.
Citação: "Adoro o cheiro de Guano de morcego pela manhã" o qual é uma referencia a famosa citação do filme Apocalypse Now: "Adoro o cheiro de napalm pela manhã." E aquele tal de guano é um componente material para a magia Bola de Fogo.
Magia mais massa: Tentáculos de Intrusão à força de Evan. Advinha onde.
Haley Starshine: Ladina Humana Ruiva do grupo, a melhor amiga de todos e secretamente nutre uma paixão por Elan. Mulher de muitos segredos, os quais é a motivação de tudo que ela faz, sejam eles sérios ou não.
Citação: "Mas eu sou uma Ladina! A minha melhor perícia é Esconder"
Elan: Bardo carismático e desmiolado do grupo, segunda melhor fonte de piadas com sua irritante idiotice que deixa todas as meninas encantadas.
Citação: "Wooooooooooooooooooo eu estou invisível! Você não pode me ver!"
Durkon Tundershield: Um clérigo Anão estereotipado com sotaque escocês. Fonte de cura e sabedoria para o grupo, acalenta o desejo de retornar para sua terra natal. Citação: "Curar Ferimentos Graves! Curar Ferimentos Graves!"
Xycon: Principal Arquiinimigo da Ordem. Com todo mago malvado sedento de poder desistiu de dominar o mundo e pretende dominar o Multiverso: Citação: "Eu acho que tive um OrgasMAL" no original "I think I just had an evilgasm."
Linear Guild: Grupo de aventureiros mercenários. São o extremo oposto da OOTS, inclusive na personalidade e aparência dos personagens. O Líder é Nale, o gêmeo mal de Elan. Repare nos nomes.
Uma coisinha que pode ser tanto algo bom quanto algo ruim é o idioma de origem das tirinhas: Inglês. Se você quer praticar isso é ótimo, mas se não entende bulhufas, então a coisa complica.
Pra encerrar este pequeno (???) post, o lugar pra pra encontrar a OOTS no idioma original é aqui e o melhor fórum de discussão em português sobre a Ordem é no Orkut na comunidade homônima The Order of the Stick, na qual tudo é discutido de forma a gerar mais piadas e diversão para os membros. Destaque para os membros "diÃários" que são responsáveis pelo alto nível de humor no fórum, dos quais, o humilde autor faz parte, e por último, navegue mais no site pois lá tem muito mais do que quadrinhos.
postado por Shadow às 12:40 AM
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[ Sandman: Noites Sem Fim ] (ou, noites perpétuas...)

(Sandman: Endless Nights)Chegou recentemente nas livrarias de todo o país, a versão brasileira de The Sandman: Endless Nigths ou Sandman: Noites Sem Fim. Feita para comemorar os dez anos da criação do selo Vertigo, a linha de quadrinhos adultos da DC, Noites Sem Fim marca a volta do escritor inglês Neil Gaiman ao universo de sua criação mais famosa: o Sandman, cujas histórias estão sendo relançadas aqui no Brasil pela editora Brainstore.
O especial é estrelado pelos Perpétuos ou Sem-Fim, seres que não são deuses nem humanos, nem mesmo anjos, e sim entidades místicas que existem desde que o primeiro ser consciente surgiu no Universo e permanecerão aqui até que o último ser consciente pereça. São eles: Destino (Destiny), Morte ou Desencarnação (Death), Sonho ou Devaneio (Dream), Destruição (Destruction), Desejo (Desire), Desespero (Despair) e Delirium (Delirium). Morfeu é um dos diversos nomes adotados pelo Sonho, assim como Sandman.
Lançado nos Estados Unidos em setembro, Noites Sem Fim foi campeã de vendas e se tornou a primeira graphic novel a figurar na lista de livros mais vendidos do New York Times.
Para entender a importância dessa publicação, é preciso entender um pouco quem é Neil Gaiman e o que foi Sandman.
Neil Gaiman pode ser considerado um dos mais importantes escritores de fantasia da atualidade. Entretanto, ele começou sua carreira como jornalista. Um dos seus primeiros trabalhos foi Violent Cases, com um dos seus mais freqüentes parceiros de trabalho, o artista Dave McKean. Graças a esse trabalho, ele e McKean conseguiram uma vaga na DC e realizaram a minissérie Orquídea Negra (que está sendo relançada no Brasil), sobre uma obscura super-heroína da editora. A minissérie possibilitou que eles alçassem vôos maiores, Gaiman passou a escrever a série mensal Sandman e McKean, além de ser o capista oficial de Sandman e Hellblazer, também realizou o especial Asilo Arkhan (relançado pela Panini em 2003), escrito por Grant Morisson e estrelado pelo Batman.
Além de Sandman, Gaiman também é o autor de outros quadrinhos, entre eles Livros da Magia (estrelado por um jovem mago de 12 anos, dono de uma coruja e que usa óculos, muito antes de Harry Potter aparecer), Miraclemen, Mr. Punch, algumas minisséries estreladas pelos Perpétuos, entre outras coisas. Atualmente, está escrevendo seu primeiro trabalho para a Marvel Comics: 1602. E, para completar, Gaiman já escreveu livros de contos e poesias (Fumaças e Espelhos), séries de TV (Neverwhere), romances de fantasia (Deuses Americanos e Belas Maldições), fábulas para adultos (Stardust), livros infantis (Coraline e Wolves in the Walls), além de um trabalho para o rádio. Ganhou diversos prêmios importantes, como o Eisner, o Hugo e o Nebula. Recentemente foi lançado no Brasil o romance Os Filhos de Anansi (Anansi Boys) uma "semi-continuação" de Deuses Americanos (American Gods), os quais serão materiais de futuros posts.
Já Sandman, considerada a maior obra de Gaiman para os quadrinhos, é uma das mais fascinantes histórias já publicadas pela DC Comics, ganhando fãs fervorosos e entusiasmados ao redor de todo o mundo. Alternando momentos de pura fantasia e poesia com outros de um terror indescritível, Sandman ainda tinha o acréscimo de citar diversas mitologias, clássicos da literatura (em especial Shakespeare) e do cinema, trechos de músicas, tudo sem parecer enfadonha ou intelectualóide. E se não bastasse a ousadia nos textos, Gaiman ainda teve a coragem de encerrar a série no auge do sucesso, com o brilhante argumento de que uma boa história tem começo, meio e fim, e um bom escritor sabe qual a hora de parar.
Na realidade, Sandman não é uma criação de Neil Gaiman. O personagem surgiu na década de 30 (a Era de Ouro dos quadrinhos) e era um detetive chamado Wesley Dodds, que usava uma arma de gás para colocar os bandidos para dormir. Outras versões de Sandman se seguiram a essa, mantendo apenas o nome em comum. Quando Gaiman assumiu a tarefa de relançar o título, apenas aproveitou o nome e recriou totalmente a personagem, seguindo por um caminho totalmente diferente dos seus antecessores, contando a história de Lorde Morfeu, regente do Sonhar e um dos sete Perpétuos.
Foi graças ao trabalho de Neil Gaiman e seu Sandman, assim como o de Alan Moore com Watchmen e Monstro do Pântano, que os grandes estúdios descobriram que adultos liam quadrinhos e gostavam de temas diferenciados e densos. Sem Sandman e o Monstro do Pântano, não teríamos sido presenteados com obras fenomenais como Hellblazer (estrelado por John Constantine), Preacher (do polêmico Garth Ennis), ou mais recentemente 100 Balas, de Brian Azarello e Eduardo Risso, e o premiadíssimo Fables.
Voltando a Noites sem Fim, a edição nacional, lançada pela Conrad, é a primeira tradução mundial deste trabalho de Gaiman e até recebeu a honra de ser mencionada pelo próprio autor em seu site pessoal.
"Não me surpreende que a primeira edição traduzida de Sandman: Endless Nights seja a brasileira. Os brasileiros sempre que podem são os primeiros em tudo, e também os mais entusiasmados. Eles fizeram as primeiras traduções de Sandman, antes de qualquer um pensar em fazer isso".
No original: "It doesn`t surns are pretty much always first, whenever they can be, and always the most enthusiastic. Tprise me that the first translated edition of Sandman: Endless Nights is the Brazilian edition, mostly because the Braziliahey did the very first translations of Sandman, before anyone else was translating it".
Além de todas as grandes qualidades dessa obra, ainda vale ressaltar o capricho da Conrad no acabamento da edição, com capa dura e papel de primeira, não ficando nada a dever para a versão americana em termos de qualidade. O preço é um pouco salgado (R$ 59,00), mas compensa.
Só tenho duas coisinhas a reclamar: uma foi o erro de impressão na introdução feita por Gaiman, que mereceu uma errata por parte da editora. A outra foi a exclusão de Belas Maldições e Coraline na lista de livros de Gaiman publicados no Brasil só porque não foram editados pela Conrad.
Mas, tirando isso, o trabalho foi impecável.
Sem dúvida, este será o lançamento do ano no mundo dos quadrinhos, não apenas pelo seu valor histórico, mas também por ser o grande retorno de um grande autor a uma grande personagem. E acontecimentos assim sempre merecem ser celebrados.
postado por Shadow às 5:27 PM
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[Beijos Não São Contratos]

Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma. E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança. Começa a aprenderque beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança. Aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo. E aprende que, não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam... E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la... e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam... Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa... por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas; pode ser a última vez que as vejamos. Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que pode ser. Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser, e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo... mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão... e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as conseqüências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens... Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso. Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabem
como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém... Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo. Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar. Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar... que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida! Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.
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Willian Shakespeare - Traduzido por Shadow - da série Um Manual de Sobrevivência
postado por Shadow às 2:14 AM
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